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domingo, junho 09, 2013

7 DISCOS P'RA OUVIR EM LOOPING!


Já comprei discos por causa de uma única música. Já comprei discos apenas pra conhecer o som de uma banda. De modo que, em geral, são discos nos quais existem pra mim apenas algumas faixas, sendo as outras desconhecidas, músicas que nunca ouvi ou que não quis repetir a experiência de apreciá-las. Existem discos que você só ouve parte dele, às vezes nem a metade.

No entanto, não vim aqui falar desse tipo de disco, mas daqueles raros álbuns inspirados que parecem tocar sem que você perceba a passagem das músicas, álbuns que você às vezes se percebe ouvindo a primeira música pela segunda vez. Discos que você ouve em looping.

Claro, todo mundo tem seus discos preferidos. Música é uma experiência pessoal e, dificilmente, as sensações que eu obtive ouvindo estes discos a seguir é ou será a mesma que você sentirá. Sabendo disso, vou listar abaixo sete álbuns que ouço sem me preocupar com o botão "seguinte", sem pular faixas, com o iPod travado e o volume no máximo!

p. s.: Clique nas capas ou em "OUVIR!" para curtir os álbuns!


Audioslave (Audioslave)

O disco homônimo do Audioslave, primeiro álbum da banda, traz uma mistura de hard, com uma sonoridade blues e uma pegada grunge. A banda, formada por integrantes do Soundgarden e do Rage Against The Machine, foi um dos últimos suspiros do rock anos 90, o que seria denominado como pós-grunge, demonstrando que este ainda era o referencial para o rock do começo dos anos 2000; tendência que terminaria suplantada pelo new metal e depois pelas bandas emo. Emplacou hits como Cochise, Show Me How To Live e Like A Stone. Mas o que mais me agrada nessa obra é a levada blues rock dessa última, I Am The Highway e Getaway Car. Um belo álbum para decorar sua estante e para ouvir na estrada.

sábado, fevereiro 18, 2012

COMEÇANDO A MARATONA DE FILMES P’RO CARNAVAL... A INVENÇÃO DE HUGO CABRET


Ontem foi dia de uma belíssima sessão de 3D com o filme A Invenção de Hugo Cabret! Uma obra-de-arte visual em três dimensões!

O filme relata as desventuras de um jovem garoto chamado Hugo Cabret, cujo o pai, um especialista em relógios e engrenagens, encontrou um autômato capaz de escrever cartas em um museu. Entretanto, o engenho estava quebrado, então os dois, pai e filho, se dispõem a fazer o que sabem melhor: consertar as engrenagens do boneco metálico. A partir daqui, se eu contar mais, você só precisará ir ao cinema pra se deslumbrar com belíssimo 3D de Martin Scoserse!


quarta-feira, novembro 09, 2011

COM OS (THE) BEATLES!

Segundo álbum dos (The) Beatles, With The Beatles não é nenhum conjunto espetacular de composições nem um marco revolucionário da música. Não criou moda nem tão pouco foi inovador para a carreira da banda recém alçada ao sucesso. Mas é um bom disco para se ouvir e relaxar ao som de uma era do rock mais inocente e ingênua. Ou não.

Lançado no mesmo dia da morte do presidente norte-americano John F. Kennedy, 22 de novembro de 1963, With The Beatles figurou as paradas de sucesso com a canção All My Loving, composição de Paul McCartney (apesar dos créditos conjuntos a Lennon/McCartney, como havia sido acordado entre os dois) em forma de carta romântica.

O que esse disco tem de especial? Ele é o segundo álbum de uma banda que havia acabado de nascer lançado em menos de um ano (o primeiro foi lançado em março do mesmo ano)! Hoje em dia, mesmo com a velocidade da internet, da alta tecnologia, dos gigabytes e do mp3, raramente uma banda lança um álbum por ano, no mínimo, a cada dois! Os Beatles, nos primeiros três anos de carreira em grande circuito (de 1963 a 1965), lançaram seis álbuns (fora os singles), dois a cada ano. Sim, eu não troquei a ordem dos números: 6 discos em 3 anos!