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quarta-feira, junho 08, 2011

A REBELDIA É POP!

Ser rebelde passou a ser visto como algo tão próprio da juventude, que ser jovem já era motivo suficiente para ser rebelde. Eram os famosos rebeldes sem causa, o início da alienação da rebeldia. A revolta virou produto comercial, grife de roupas, filme de verão, música da estação. A rebeldia virou pop.

Faz pouco tempo, encontrei por acaso um velho depoimento meu que fiz durante uma aula extremamente irritante do meu 3° ano do ensino médio.  Na época, a pressão do estudo e do vestibular me desestimulavam. Me sentia preso e sufocado. Achei o texto até interessante - e como faz muito tempo que não publico nada no Sala 37 -, resolvi reproduzir parte dele aqui. A parte mais importante que eu considerei e  a que expressava melhor a ideia que eu queria passar.

O trecho é bem pequeno mesmo, mas me surpreendi por ter pensado nisso na época. Modifiquei bem pouco, por conta de alguns erros de gramática, mas o essencial foi mantido. Segue a seguir.

sábado, janeiro 16, 2010

TODO MUNDO 'TÁ REVENDO O QUE NUNCA FOI VISTO


Tem sido notória a grave crise de criatividade de nossa geração. O século XXI parece ser, cada vez mais, o século dos séculos passados. Remakes e revisitações marcam a produção cultural atual. Nada parece nunca ter sido visto.

Não que isso não ocorreu em outros tempos. Meu lado historiador urra em lembrar que nada é realmente novo e que tudo tem um pé no passado. Tendências novas são reinterpretações de coisas que já existiram. Como diria o Velho Guerreiro: "Nada se cria. Tudo se copia."

       
góticos dos anos 80...                 ...emos dos anos 00


quarta-feira, novembro 25, 2009

FAZENDO HISTÓRIA...

Depois de longa jornada, dificuldades vencidas, bloqueios superados e obstáculos contornados, consegui realizar minha apresentação do esboço do que possivelmente (muito possivelmente) virá a ser minha monografia. Foram apenas 15 minutos, mas me custaram algumas dores de cabeça, nas pernas e nas mãos. Mas, enfim, aí estão. Queria dizer que me sinto orgulhoso por ter apresentado este trabalho. Talvez não por ter sido bem-sucedido, mas por ter me custado tanto esforço. Tenho o sentimento ambíguo de dever cumprido e ainda por fazer.
Para quem não pôde presenciar, aqui está o vídeo quase na íntegra da apresentação. O único corte foi da piadinha inicial, por otivos técnicos (ajuste do zoom). Créditos da gravação (de boa qualidade, diga-se de passagem, para um vídeo feito no improviso com uma câmera fotográfica!) para minha namorada linda e fofa Fernanda, que filmou sem que eu percebesse.
Comunicação Oral apresentada em 17.11.09 no IX Encontro Humanístico cuja temática central era Identidades - UFMA, São Luís, MA.

A Legitimidade Do Sagrado: jornais espíritas e a construção da identidade do Espiritismo no Maranhão

Parte 01


Parte 02



"Não importa se só tocam o primeiro acorde da canção, a gente escreve o resto e o resto é resto, é falsificação." (Humberto Gessinger, Exército De Um Homem Só)

sexta-feira, janeiro 09, 2009

UM QUASE-ENSAIO SOBRE SUPER-HERÓIS

[Modo Historiador ligado] [Modo Nerd também]
Algumas vezes, os miolos se danam a funcionar e eu começo a produzir na minha mente barulhenta alguns pseudo-ensaios sobre assuntos diversos. Este foi um dos motivos para a criação do Sala 37: eu precisava colocar estas viagens intelectuais em algum lugar...
Dessa vez, aliei o historiador com o nerd e comecei a analisar o papel cultural das histórias de super-heróis dentro da mentalidade das pessoas. O resultado foi este...

Basicamente, super-heróis podem ser vistos como atualizações dos heróis míticos de outrora: Thor, Hércules, Jasão, Odisseu e tantos outros de tantas outras mitologias. Essa idéia é bem antiga, não há nenhuma novidade aqui. Mas como toda construção social (e as histórias de super-heróis são construções sociais), existe uma função para esta modernização de antigos mitos.